terça-feira, 13 de janeiro de 2009
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Ludwig Van Beethoven to his " Immortal Beloved"
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letter 1
Good Morning, on july 7
My thoughts go out to you, my Immortal Beloved
I can live only wholly with you or not all-
Be calm my life, my all. Oly by calm consederation of our existence can we achive our purpose to live together.
Oh, continue to love me, never misjudge the most faithful heart of your beloved.
Ever thine
Ever mine
Ever ours
Tirada de: "Love Letters of Great Men vol. 1"
Filipa 11º F
domingo, 11 de janeiro de 2009
VIVER TODOS OS DIAS CANSA...

Sem medo!
As ruas se confundem com o céu,
E nós fazemos de aves, sobrevoando a terra;
Assim, sem medo.
Se queres ver as estrelas toca o céu,
Não há sonhos impossíveis nem tão cegos.
Se fores deixando trilhos
Sem medo da loucura, sem medo de sorrir.
Sem medo sentes que se a sorte está contigo,
Jogando com os teus dados
E alinhando o teu caminho;
Vivendo a cada passo
O melhor que tens vivido,
É melhor viver sem medo.
Sem medo, as ondas se iluminam com teu fogo,
E se apontares as pontas dos teus dedos,
Consegues, por magia, tocar no Universo;
Assim, sem medo.
As tuas mãos se enchem de desejos.
Não há sonhos impossíveis nem tão cegos,
Se fores deixando trilhos
Sem medo da ternura, sem medo de ser feliz.
Ao que mais tonando belo,
Se queres ver as estrelas toca o céu.
Sem medo da loucura, sem medo de sorrir…
Sem medo sentes que se a sorte está contigo,
Jogando com os teus dados
E alinhando o teu caminho;
Vivendo a cada passo
O melhor que tens vivido,
É melhor viver sem medo.
Guid@
sábado, 10 de janeiro de 2009
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
É música portuguesa, com certeza!
Os pontos negros - Contos de fadas de Sintra a Lisboa
Anjos - Bem longe, num sonho meu
Da Weasel - Mundos Mudos
(o único hiphop que consigo ouvir...)
Rio Grande - Postal dos Correios
Rui Veloso - A paixão
Heróis do Mar - Amor
Lúcia Moniz - Dizer que não
Quinta do Bill - Voa, voa
Fúria do Açúcar - Eu gosto é do Verão
E quem não gosta? Então este tempo faz mesmo com que todos anseiem pelo Verão!
Xutos e Pontapés - A Casinha
David Fonseca - Adeus (Não afastes os teus olhos dos meus)
Dos meus cantores preferidos! Pena não cantar mais em português...
GNR - Asas (Eléctricas)
É quase impossível escolher só uma música deles! São, sem dúvida alguma, a minha banda portuguesa preferida! Têm uma criatividade imensa, e os ritmos são contagiantes!
Carlos Paião - Playback
Não fosse ele um dos mais importantes cantores do nosso país...vivo ou morto, a verdade é que ele ainda tem imenso sucesso! Foi um grande artista que se perdeu...
António Variações - Estou Além
Tal como Carlos Paião, um artista brilhante, talvez ainda mais! Letras ainda tão actuais, uma voz inconfundível...Esta é a minha música preferida dele, até porque desde pequena que me dizem que encaixa que nem uma luva em parte da minha personalidade :P Uma pequena curiosidade: foi a primeira pessoa famosa a morrer de SIDA em Portugal.
Ritz Mkz
Fotografia *

Fotografia
Em tempos que vivia feliz, marcava cada alegria com uma fotografia...
Algo que me faz relembrar a felicidade e a ternura que perdura naquele momento, aquele que me marcou, aquele que simpatizou e aquele que ficou…
Numa moldura de boa vida eu te guardo, com amor e alegria, na minha carteira, mesa de cabeceira, parede, em qualquer lado que fiques linda e maravilhosa para demonstrares a presença daquele momento.
Passa o tempo… começo a pensar, que naquela fotografia irei sempre estar, mas momentos como aqueles nunca mais irão acontecer, como nunca os vou esquecer.
Gosto daquela fotografia em que estão presentes amigos, com sorrisos na cara de orelha a orelha, mesmo sem saberem que uma fotografia é o nosso passado no nosso presente e no nosso futuro.
O meu dia-a-dia é feito pela fotografia.
Parabéns Guidonaaaaa!

AMO-TE, LISBOA! (IV)
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
O Capuchinho Vermelho - Versão linguagem moderna
Tás a ver uma dama com um gorro vermelho? Yah, essa cena! A pita foi obrigada pela kota dela a ir à toca da velha levar umas cenas, pq a velha tava a bater mal, tázaver?
E então a kota disse-lhe:
- Ouve, nem te passes! Népia dessa cena de ires pelo refundido das árvores, que salta-te um meco marado dos cornos para a frente e depois tenho a bófia à cola!
Pá, a pita enfia a carapuça e vai na descontra pela estrada, mas a toca da velha era bué longe, e a pita cagou na cena da kota dela e enfiou-se pelo bosque. Népia de mitra, na boa e tal, curtindo o som do iPod...
É então que, ouve lá, salta um baita dog marado, todo chinado e bué ugly mêmo, que vira-se pa ela e grita:
- Yoo, tá td? Dd butes?
- Tásse... do gueto alí! E tu... tásse? - disse a pita
- Yah! E atão, q se faz?
- Seca, man! Vou levar o pacote à velha que mora ao fundo da track, que tá kuma moka do camano!
- Marado, marado!... Bute ripar uma até lá?
- Epá, má onda, tázaver? A minha cota não curte dessas cenas e põe-me de pildra se me cata...
- Dasse, a cota não tá aqui, dama! Bute ripar até à casa da tua velha, até te dou avanço, só naquela da curtição. Sem guita ao barulho nem nada.
- Yah prontes, na boa. Vais levar um baile katéte passas!!!
E lá riparam. Só que o dog enfiou-se por um short no meio do mato e chegou à toca da velha na maior, com bué avanço, tázaver? Manda um toque na porta, a velha 'quem é e o camano' e ele 'ah e tal, e não sei quê, que eu sou a pita do gorro vermelho, e na na na...'.
A velha abre a porta e PIMBA, o dog papa-a toda... Mas papa-a mêmo, abre a bocarra e o camano e até chuchou os dedos...
O mano chega, vai ao móvel da velha, saca uma shirt assim mêmo à velha que a meca tinha lá, mete uns glasses na tromba e enfia-se no VL... o gajo tava bué abichanado mêmo, mas a larica era muita e a pita era à maneira, tásaver?
A pita chega, e tal, e malha na porta da velha.
- Basa aí cá pa dentro! - grita o dog.
- Yo velhita, tásse?
- Tásse e tal, cuma moca do camâno... mas na boa...
- Toma esta cena, pa mamares-te toda aí...
- Bacano, pa ver se trato esta cena.
- Pá, mica uma cena: pa ké esses baita olhos, man?
- Pá, pa micar melhor a cena, tázaver?
- Yah, yah... E os abanos, bué da bigs, pa ke é?
- Pá, pa poder controlar melhor a cena à volta, tázaver?
- Yah, bacano... e essa cremalheira toda janada e bué big? Pa que é a cena?
- É PA CHINAR ESSE CORPO TODO!!! GRRRRRRRR!!!!
E o dog manda-se à pita, naquela mêmo de a engolir, né? Só que a pita dá-lhe à brava na capoeira e saca um back-kick mesmo directo aos tomates do man e basa porta fora! Vai pela rua aos berros e tal, o dog vem atrás e dá-lhe um ganda-baite, pimba, mêmo nas nalgas, e quando vai pa engolir a gaja aparece um meco daqueles que corta as cenas cum serrote, saca de machado e afinfa-lhe mêmo nos cornos. O dog kinou logo alí, o mano china a belly do dog e saca de lá a velha toda cheia da nhanha. Ina man, e a malta a gregoriar-se toda!!!
E prontes, já tá...
Jorge M
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
não te preocupes com o tempo
A vida nem sempre corre como queremos, muito menos é justa connosco, mas cabe-nos a nós aprender a lidar com os imprevistos, a saber improvisar os gestos e as atitudes.
Aprender...
O tempo fica sempre com os louros quando damos a volta por cima de algo mau, mas a ele pertence-lhe apenas a medalha de prata. Não é o tempo. Somos nós que aprendemos a construir algo forte entre as ruínas que sobraram. Nós, sim, somos os verdadeiros vencedores. Não há que agradecer a mais ninguém, aquilo que conseguimos fazer e superar foi mérito nosso.
Eu andei perdida em mim mesma. Um emaranhado de pequenas coisas que transformaram a minha cabeça numa confusão, e já nem eu mesma me reconhecia. O tempo que me foi concedido, transformei-o em força e superei-me, a mim, às minhas expectativas, às expectativas que tinham de mim. E provei, a quem queria provar, e aos restantes espectadores desta autêntica novela mexicana, que não preciso de ninguém para ser quem sou, não preciso de ninguém para fazer bem as coisas. E não preciso de quem não me merece, nem de quem não quer saber se estou bem ou mal.
Peguei no passado, e modelei um presente que gosto de viver, um presente onde me sinto bem, um presente apenas com quem importa. Um presente sem os pequenos detritos que me sujaram o passado. Pode ser que, assim, o futuro seja mais risonho.
Vive como se não houvesse amanhã, e é um passo para ser feliz. Não te preocupes com o tempo.
Já não sou quem era
Meus sonhos não são iguais
Já não sou quem era
A hora é sincera
E eu sinto que me estou a agitar
Já não fico à espera
Já não fico à espera mais
Já não fico à espera
De ver acender
Essa luz que me quer ofuscar
Já vejo com os meus olhos
Já vejo sem me deslumbrar
Já vejo as limitações
Já vejo com os meus olhos
Já vejo sem enganar
Perdi as ilusões
Conheço as limitações
Já não sou quem era
Meus sonhos não são iguais
Já não sou quem era
A hora é sincera
E eu sinto que me estou a agitar
Já não sou quem era - António Variações
Ritz Mkz
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Era uma vez ...

Vivida por nós os dois,
De onde se destacam as confusões.
Olhas para mim
E dizes que me amas,
Mas só quando parece o fim é que me chamas
AMOR.
Não sei o que me escondes,
Nem porque me mentes.
Diz-me? É mesmo amor isso que tu sentes?
Olhas para as outras
E dizes que não vês
Nada demais,
Que só as minhas palavras
São originais.
E as tuas meu bem?
Não são pois não?
Eu sei que tu tens outra paixão.
Nunca o disseste,
Nem nunca o dirás,
Mas ao meu lado também não ficarás.
Dizes que é engano,
Não atendes as chamadas,
O que tu merecias eram duas chapadas.
Não consigo dar-tas,
Porque é a ti que te amo,
É contigo que estou já há um ano.
Não sei o que dizer,
Não sei como explicar...
Mas esse teu feitio
Está-te a estragar!
Sê sincero,
Não mintas mais...
Faz dos meus sonhos,
Momentos reais.
domingo, 4 de janeiro de 2009
Passado, Presente ou Futuro?

Estou perdida. Não sei o que quero e tenho medo de querer o que já não posso ter, e o que nem sequer ao meu alcance está.
Tenho à minha frente o meu passado, o presente e o futuro e não me consigo decidir por nenhum dos três. O passado, que julguei estar esquecido, afinal continua a conjugar-se com o presente que tento viver. Sei que ao escolhe-lo, vou sofrer como outrora sofri e não tenho forças para passar por tudo outra vez. No entanto, é ele que mais chama por mim, mas não o posso agarrar e pensar, novamente, que é meu porque já não consigo lutar contra mim mesma, como ele me exige. Para mim representa tudo o que eu considero perfeito, necessário e mágico. Ao vivê-lo senti-me livre, num mundo onde só existia ele e eu. Para mim nada era mais importante que aquele passado, que um dia foi presente. Nos momentos em que o vivi, esquecia tudo o que acontecia à minha volta e sentia cada segundo do que se encontrava à minha frente. Foi um presente que quando acabou me deixou doente. Senti-me a morrer por dentro. Não queria acreditar. E muito menos aceitar. Ao lembrar-me dele a única coisa que consigo fazer é chorar. Choro porque o quero. Choro porque o perdi. Choro porque já o tive. E choro porque mesmo sendo a única coisa que peço, sei que é a única coisa que nunca terei de volta. Cada lágrima que cai, transporta em si cada segundo vivido e cada sonho idealizado que aquele passado me deu a experimentar.
Nunca mais fui a mesma sem ele. Nunca mais sorri daquela forma que só naquele passado fui capaz de fazer. É dele que tenho saudades. É com ele que comparo tudo o que me acontece. E é ele o meu limite. Mas infelizmente, um limite que já só para mim faz sentido.
Se escolho o presente, continuo onde estou. A vaguear no meio do tempo, sem qualquer rumo. Não é assim que quero viver. Não é na dependência deste presente que quero estar. E tal como o passado, é um tempo que só me derrota e desgasta as ínfimas forças que ainda possuo.
A minha vontade é libertar-me dele mas NÃO CONSIGO. Sempre que o tento fazer, atravessa-se no meu caminho, como se tivesse vontade própria e me quisesse para ele mesmo não querendo.
E se escolho o futuro tenho medo de ser assombrada pelos outros dois e que estes não me deixem viver. E se o escolher, vai ser como dar um tiro no escuro. Não me sinto segura e tenho medo que não resulte e que com isso me magoe e, pior ainda, magoe quem não tem culpa desta minha fraqueza.
Comparo a minha vida a um relógio, onde posso escolher em que horas quero viver. Posso atrasa-la, adianta-la ou deixa-la simplesmente correr. Resta só descobrir em qual dos números quero parar os ponteiros da minha vida.
TEMAS PARA TRABALHOS E DATAS (PROVÁVEIS) PARA APRESENTAÇÃO EM AULA...

- Eles vão ficar zangados comigo... e com esta proposta feita... hoje... logo hoje... :( ... é só um palpite, mas é um palpite que não me agrada! :/... ohhh... Talvez se eu lhes contar que no 2º Período faremos a FESTA DO CHOCOLATE se animem! :D... -
«FREI LUÍS DE SOUSA», de ALMEIDA GARRETT
TEMAS PARA TRABALHOS
TEMA 1: CARACTERÍSTICAS DO TEXTO DRAMÁTICO. «FREI LUÍS DE SOUSA» E A LEI DAS TRÊS UNIDADES (UNIDADE DE ACÇÃO, UNIDADE DE ESPAÇO E UNIDADE DE TEMPO).
12/1- 11ºA:
12/1- 11ºE:
12/1- 11ºF:
13/1- 11ºH:
TEMA 2: A TRAGÉDIA CLÁSSICA E «FREI LUÍS DE SOUSA» (SEMELHANÇAS E DIFERENÇAS)
15/1 -11ºA:
16/1 -11ºE:
13/1 -11ºF:
16/1 -11ºH:
TEMA 3: O ROMANTISMO EM «FREI LUÍS DE SOUSA»
19/1 -11ºA:
19/1 -11ºE:
19/1 -11ºF:
20/1 -11ºH:
TEMA 4: AS PERSONAGENS EM «FREI LUÍS DE SOUSA»
22/1 -11ºA:
23/1 -11ºE:
20/1 -11ºF:
23/1 -11ºH:
TEMA 5: O ESTILO EM «FREI LUÍS DE SOUSA» (ANÁLISE DO TIPO DE LINGUAGEM. ANÁLISE ESTILÍSTICA. )
26/1 -11ºA:
26/1 -11ºE:
26/1 -11ºF:
27/1 -11ºH:
QUEM ÉS TU?

Não sei… poderei dizê-lo, talvez, ou nem sequer falar.
Sou aquela que tem os pés bem assentes na terra, mas que ao mesmo tempo voa mais alto que qualquer pássaro.
Sou aquela que chora sozinha na escuridão do nascer do sol e sou também aquela que se sente sozinha quando não tem um milímetro para se mexer no meio de tanta gente.
Há quem diga que quantidade não importa e que a única coisa de valor é a qualidade, a qualidade de bens, pessoas, sentimentos, desejos e fúrias.
Eu concordo… concordo porque tudo o que acabei de enumerar tem que ser verdadeiro para ter valor.
Um sentimento não sentido, uma fúria em que não esmurrámos uma parede, um bem que nos oferecem com a ridícula etiqueta deste mundo de falsidades e injustiças. Ou será que preferes que fale da quantidade, sim, quantidade de pessoas que amam mas não amam, que lutam mas não saem do seu lugarzinho do sofá bastante confortável que têm estrategicamente colocado em frente da televisão?
Será que me pediste para falar de mim ou, por outro lado, apenas perguntaste isso porque não tinhas mais a dizer? (sabes que o silêncio também tem o seu valor, às vezes torna-se até precioso). Bem, para saberes quem sou, lê com atenção os pensamentos que te transmito e não perguntes aos outros.
Chorei e voltei a chorar e como se não bastasse, chorei novamente. Olhei para cima e vi um rosto desconhecido que me limpava as lágrimas.
Passo toda a minha vida a rir e a dizer disparates confusos, de que nem eu sei o significado, apenas para divertir os outros.
Posso saltar montanhas por ti e também posso sentar-me a teu lado e, simplesmente, esperar que já não precises de sentir ninguém ali.
Luto por todos os que amo e até por aqueles que não me conhecem.
Não suporto ver injustiças e ficar indiferente!
Reclamo e volto a reclamar, às vezes nem é bom para mim, mas… ficar calada a olhar não é de mim!
Às vezes passo na rua e vejo pessoas especadas a olhar para mim, incomoda-me, finjo que nem reparo.
Pego no telemóvel e mando uma mensagem a alguém, espero pela resposta e começo uma conversa.
Conversas, mas que serão essas tão aclamadas conversas?!
Vai ao dicionário e procura o significado. Não me peças a mim, que sou bem capaz de o fazer por ti, mas não tenho tempo a perder nesta correria que é a vida!
Já estás aborrecido com tantas palavras que não paro de escrever? Olha, foste tu que me pediste que escrevesse e agora não me apetece parar, apesar de já ter o braço cansado.
Tenho mais ou menos um metro e sessenta e cinco centímetros, olhos azuis e cabelos encaracolados aloirados. Tenho dezasseis anos e um milhão de sonhos por realizar.
Não penses que desisto rapidamente, ou que não te vou dar luta porque enquanto não desistires, não vais ter descanso!
Fico triste com a maior das facilidades quando me desiludem ou quando, simplesmente, fico triste.
Já passei fases muito difíceis e a maioria das pessoas não deu conta, no entanto sou cem por cento transparente. Essas pessoas não me conhecem como deveriam.
Mudaria muitas coisas na minha vida, tanto no passado como no presente.
Recuperei há poucos meses, que se contam com um pouco mais de metade dos dedos que tenho numa das mãos, do mais difícil ano da minha vida. É certo que só vivi dezasseis, mas considero-me com alguma experiência de vida.
Sei bem o que quero apesar de ser imensamente (uma palavra tão minha) indecisa.
Acordo de manhã com alguma dificuldade, desanimo quando me olho ao espelho e não gosto do que vejo.
O espelho transmite tudo o que quisermos que ele transmita, basta enganá-lo, mas a nós não nos enganamos tão facilmente.
Olho à minha volta, está escuro lá fora e é apenas um candeeirozinho do meu irmão que me ilumina.
Ficava tão bem, agora, dizer que caía uma chuva que batia fortemente nas janelas, mas não… não chove. O pôr-do-sol também já passou e a única que coisa que me ilumina mesmo é este pequeno candeeiro.
Estou sozinha no quarto, quase vazio e sinto uma aragem no coração. Um vento que permanece. Agora, tornou-se num aperto que se intensifica e permanece também.
Tenho o meu telemóvel ao meu lado, mas nem ele me distrai porque o aperto que sinto absorve todas as minhas energias sem pedir licença.
Este aperto dura e perdura, já é mais um habitante de cá de casa.
Às vezes pergunto-me se nunca desaparecerá, mas não obtenho resposta e aí volto à questão inicial…
Só o tempo me responderá a esta questão, mas como o tempo não volta atrás e não sei quanto tempo (quantidade) terei de esperar, só quero vivê-lo com qualidade…
“Quem és tu?”
ALGUÉM!
Cataryna *

Meu melhor amigo :
"Não quero ser 'mais' um problema para ti como já o disse uma vez. Talvez não tivesse tocado naquele assunto na melhor altura, desculpa.
Já te dei um pouco do espaço que me pediste, talvez não o suficiente. Mas vivo cada segundo preocupada contigo, como nunca me preocupo com mais ninguém. Porque sei que tu podes fazer-te de muito forte, achares que fazes e ultrapassas tudo sozinho como foste habituado. Mas também acredito que como qualquer outra pessoa, precisas de alguém do teu lado para te levantar dando um pouco do apoio que precisas. Porque nem sempre somos fortes o suficiente para nos levantarmos sozinhos.
Estou SEMPRE contigo. Quero ser-te útil de qualquer forma, quero ser tua Amiga; teu apoio, ou até mais que isso. Mas nunca te sintas sozinho, estou mesmo aí do teu lado!
Amo-te com amor e garra."
E dar os parabéns à prof. CC, atrasados porque não tomei conhecimento do seu aniversário. Mas desejo-lhe muitas felicidades. Beijinhos:
sábado, 3 de janeiro de 2009
Regresso às aulas!!

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
AVISO SOBRE AS AULAS NA 1 ª SEMANA...

Vamos começar a estudar o Romantismo, o Drama e a obra «Frei Luís de Sousa», de Almeida Garrett. (Espero que já tenham lido o texto! Mmmm... tenho a certeza de que já leram... :D ... caso contrário... aproveitem o fds!!!). Para ajudar à melhor compreensão da obra, na próxima semana iremos ver e comentar o filme «Quem És Tu?», do realizador João Botelho. Por isso, TODAS AS AULAS DE PORTUGUÊS NA 1ª SEMANA do 2º Período serão na sala de A.V., onde temos excelentes condições sonoras e de visionamento.
*
Uma breve informação sobre uma das personagens: MARIA...
(Actriz Patrícia Guerreiro, que desempenha o papel de MARIA no filme...)- a ingenuidade, a pureza, a meiguice, o abandono, etc., próprios duma alma infantil, e a inteligência, a experiência, a cultura, a intuição, características de um espírito adulto, confluem numa personagem pouco real, só entendida à luz do desvelo que Garrett votava a sua filha Maria Adelaide e à condição social que, para a mesma, resultara da morte prematura da mãe;
- protótipo da mulher-anjo, tão do agrado dos românticos, Maria é demasiado angélica para ser verdadeira;
- a sua dimensão psicológica resulta, por isso, contraditória, ao revelar comportamentos, simultaneamente, de criança e de adulto;
* Alguns traços caracterizadores de Maria:
- ternura
- culto sebastianista
- dom de sibila (dom da profecia)
- cultura
- coragem, ingenuidade e pureza

