domingo, 16 de maio de 2010

Corações calejados

"Fala-se de mãos e pés calejados, mas pouco se fala de corações calejados. Portanto.. quanta gente há por aí vivendo como se não fosse possível ter sentimentos porque um dia foram magoadas. As pessoas mais duronas, que parecem indiferentes ao amor, carinho e ternura, são pessoas endurecidas pela vida. São vítimas de uma dor que não souberam gerir. Uma empresa mal administrada vai à falência; um coração mal dirigido vai à ruína. Somos nós os gerentes da nossa vida. A nós cabe as decisões importantes que conduzirão nosso caminho. Você já experimentou andar com um sapato apertado? No início a gente aguenta, faz até cara bonita e se diz que depois vai amaciar. Mas isso nem sempre acontece e depois de algum tempo percebemos que, mesmo se as pedras no caminho podem fazer mal, melhor mesmo é deixar esse sapato de lado, ainda que seja aquele que a gente tanto desejou e até se sacrificou para adquirir. Há pessoas que calejam nosso coração. Fazem parte da nossa vida e as amamos, mas nos fazem mal... tanto e tanto que acabamos fechando aos poucos as portas do nosso coração a outras possibilidades. Nos trancamos dentro dele e vivemos na escuridão da nossa própria sombra. Não permita que alguém magoe seu coração a ponto de te deixar insensível. Não deixe de acreditar nas estrelas porque um dia as nuvens escuras encobriram seu céu. Se seu coração está calejado, cuide dele com mais carinho ainda. Que seja ele a transformar a atitude dos outros em relação a você e não o contrário! Se alguém que você ama só quer brincar com seu coração, talvez essa pessoa não mereça o amor que você sente. E por mais difícil que seja, guarde seu coração das asperezas, não deixe que as decepções o endureça. Olhe em outras direções, dê uma chance aos que te querem bem e ao seu coração de ser cuidado com o carinho que ele merece."
Indira

quarta-feira, 12 de maio de 2010

"Fazes-me falta", de Inês Pedrosa


"Chamo-lhe amor para simplificar. Há palavras assim, que se dizem como calmantes. Palavras usadas em série para nos impedir de pensar. O que existia, existe, entre nós, é uma ciência do desaparecimento. Comecei a desaparecer no dia em que os meus olhos se afundaram nos teus. Agora que os teus olhos se fecharam sei que não voltarás a devolver-me os meus."


"Como sabes eu vivo de relâmpagos; contigo partilhei uma trovoada um pouco mais longa do que o habitual. Foi apenas isso. De qualquer modo, a morte espreita sobre todos os prazeres dessa cronologia a que nos agarramos para escapar ao tempo. O que somos para além do que vamos sendo? O meu além eras tu - íman da minha íntima, impessoal temporalidade. Redenção dos males que me amputaram. Tu. (...) Feliz por estar ao teu lado outra vez. Ao lado dessa que já estava morta um bom par de anos antes de tu morreres. Fazes-me falta. Mas a vida não é mais do que uma sucessão de faltas que nos animam. A tua morte alivia-me do medo de morrer. Contigo fora de jogo, diminui o interesse da parada. E se tu morreste, também eu serei capaz de morrer, sem que as ondas nem o céu nem o silêncio se transtornem. Cair em ti, cada vez mais longe da mísera ficção de mim. "



Indira






segunda-feira, 3 de maio de 2010

Dalai Lama



Indira

domingo, 2 de maio de 2010

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Teoria da relatividade & Amarras para o lixo

Os seres humanos são como anjos de uma só asa. Só consegue voar quando abraçados.

O que fazemos para nós, morre connosco. O que fazemos pelos outros permanece e é imortal.

Primeiro, quero dizer que estas quatro frases não têm rigorosamente nada que ver com o que vem a seguir...mas espero que sejam inspiradoras :P

O que hoje quero transmitir está relacionado com a relatividade da importância. Tudo (ou quase) na vida é relativo: a importância e o significado que atribuímos a algum acontecimento, à atitude de uma pessoa que nos é próxima, entre outros aspectos da nossa vida, são fruto de uma avaliação subjectiva. Para ser mais preciso, aquilo que quero transmitir é o seguinte: desdramatizem algumas situações com que se vêem confrontados no dia-a-dia, relativizem-nas, tentem retirar algum do valor exagerado de que podem estar a revestir algum acontecimento. A partir disto, ser-vos-á possível respeitar as posições dos outros face a um mesmo incidente de um modo muito mais suave e pacífico.

A segunda questão que hoje invadiu a minha mente deriva do excessivo comodismo do ser humano, qual gigantesca muralha que o separa, muitas vezes, dos seus sonhos, da sua felicidade. 99,9999% das pessoas acomoda-se. Sim, no sofá. Sim, na cama. Sim, na praia, a apanhar banhos de sol. Sim, na vida. Sim,...Hã? Escrevi vida? Pois... é que é isso que acontece: sofremos de uma amaldiçoada preguiça e de uma (por vezes doentia) necessidade de nos sentirmos seguros, de sentirmos que temos de ter tudo sob controlo. PERCEBAM: NEM SEMPRE SOMOS CAPAZES DE TER TUDO SOB CONTROLO!

Soltem as amarras que vos impedem de perseguir os vossos sonhos, de dizerem o quanto amam uma pessoa (principalmente quando ela ainda não sabe), de, como se costuma dizer, fazer o que vos dá na telha (mesmo que seja porcaria :D)! É muito difícil, eu sei, mas é das coisas mais gratificantes que a vida nos pode oferecer. Tentem vencer isto diariamente, esforcem-se. Vale a pena.


Com moderação, claro. Expulsem a segurança como louc... quer dizer, (ir)responsavelmente.

André Pinto

quarta-feira, 28 de abril de 2010

não existe título para determinado texto,

porque destina-se a ter ou a não ter sentido, podendo assim, ter sentido para mim e não para ti ou vice-versa. acontecimentos que surgem muito de repente, passam-me ao lado numa correria tipo um atleta de competição, não sei bem porquê, nem como. foram surgindo e tornaram-se repetitivos e eu, sem saber o porquê daquilo tudo acontecer tão rápido e comigo. hoje está tudo bem, amanhã é o oposto e é sempre assim, sempre sempre e sempre. cansativo não? muito, porque por mais que puxe pelo cérebro, ele não me dá uma resposta para a minha simples pergunta: "porquê que tem de ser assim?"...
se fossem atitudes dignas, que fizessem de mim a pessoa mais feliz do mundo eu não estaria com este discurso um bocado sem sentido. sem sentido anda a minha vida, como se fosse uma montanha russa, aos altos e baixos, ora está bem ora está mal e, ninguém consegue estar bem assim ou, consegue?
uma coisa é o nosso dia de segunda-feira correr mal e, os restantes dias correm normalmente bem, o que é normal acontecer com todos nós, termos um mau dia por isto e por aquilo. comigo passa-se o pior, de segunda-feira a domingo os dias tornaram-se negros, sem cor para alegrar-me um bocado só.

(o nome não quer aparecer.)

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Uma das 7 Maravilhas de Portugal..




é de louvar... tanta beleza junta...


*A'C*

quinta-feira, 8 de abril de 2010

«MEMORIAL DO CONVENTO», de JOSÉ SARAMAGO III



TESTE DE VERIFICAÇÃO DE LEITURA SOBRE O «MEMORIAL D0 CONVENTO» (ONLINE)...

Experimentem fazê-lo...
http://www.edusurfa.pt/testesdiag/TestesDiag.asp?ano=12&disc_id=27&teste_id=195

Um PPT com informações pertinentes sobre o «MEMORIAL DO CONVENTO».

http://www.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fstortomas.no.sapo.pt%2Fmemorial.ppt&h=49a8e577f85d0e0702aa3eb9d4d8f5ef

CC

«MEMORIAL DO CONVENTO», de JOSÉ SARAMAGO II

"(...) «Memorial do Convento»: um livro de rara e profunda originalidade no nosso panorama literário, um espelho de ver o país em que estamos a partir de uma história setecentista, uma lição de escrita que é moderna sem desprezar as raízes do idioma. Nem sempre um livro nos dá a sensação do encontro com uma obra de grande imaginação e criatividade. O Memorial do Convento é um dos raros livros em que isso acontece. Por isso a sua leitura se impõe como um dever - um dever que se transforma em prazer."

s/n, "Memorial do Convento" in Diário de Notícias, Lisboa, 28 de Abril de 1983, pág. 15-16.

CC

«MEMORIAL DO CONVENTO», de JOSÉ SARAMAGO

Recadinho para os 'meus meninos':

Se ainda não leram... aproveitem estes dias e leiam o «Memorial do Convento», de José Saramago. É a obra que vamos estudar até Junho.

Vá, ânimo... vamos transformar este final de ano num tempo de aprendizagem, com muita alegria e... partilha.

CC




"Era uma vez um Rei que fez a promessa de levantar um convento em Mafra. Era uma vez a gente que construiu esse convento. Era uma vez um soldado maneta e uma mulher que tinha poderes. Era uma vez um padre que queria voar e morreu doido. Era uma vez."
in Memorial do Convento, 22ª ed., Lisboa, Editor...ial Caminho, 1994.

José Saramago: " O Memorial do Convento é uma reconstrução histórica a partir da ficção literária, porque toda a narração está fundamentada no passado para compreender o presente."
Jornal de Letras, Lisboa, ano V, nº 190 de 25 de Fevereiro a 3 de Março de 86.

Memorial do Convento serviu de base a uma ópera, Blimunda, com música do italiano Azio Corghi, estreada em Milão em 1990 (em Portugal, em Maio de 1991) e serviu de tema a um debate realizado em Itália: Viaggio interno al Convento di Mafra, moderado por P. Ceccucci, Guerini, Milão, 1991.

terça-feira, 30 de março de 2010

Queria...



"Queria poder esquecer-te, tirar-te dos meus pensamentos, do meu coração, da minha vida. Não fui eficaz! A cada dia que passa, lembranças atormentam-me, lembro-me de ti, apenas de ti, dos nossos momentos, das tuas palavras, do teu olhar. Será que algum dia conseguirei tirar-te da minha vida?

Tudo o que parecia tão perfeito acabou! Acabou como tudo se acaba um dia. O para sempre que me prometeste nunca existiu. Hoje, sei que queria que voltasses, nem que fosse por um instante. Queria estar no teu coração, mas esse caminho não consigo encontrar mais. Queria olhar-te e dizer que ainda te amo, mas como, se nem posso dizer-te um “olá”?! Queria voltar no passado, mas não posso, o presente impede-me. Eu realmente queria o que não tenho hoje, que tive por um segundo no passado e que não sei se poderei ter no futuro porque nós não fomos fortes. Quando os actos e sentimentos forem apenas saudades, os nossos sonhos se tiverem perdido no tempo, não digas que tudo o que vivemos foi em vão. Diz apenas que, por mais que nos amássemos e fossemos felizes, isso não nos tornou fortes para lutar contra tudo e contra todos para ficarmos juntos. Fomos fracos, e gostaria de encontrar forças no fundo do meu coração para te dizer que te amo demais e que sou capaz de tudo, mas as coisas não são assim. É fácil dizer, é fácil acreditar que tudo mudará, quando acontece o mesmo com outras pessoas.

Não sei qual de nós desistiu primeiro, mas sei que se fossemos dois a lutar estaríamos mais fortes. Perdoa-me por não conseguir lutar mais por nós, perdoa-me por não ter sido suficientemente forte, perdoa-me por tudo. E peço-to, se ainda posso fazer isso, não te esqueças do nosso amor, nem de mim. Segue em frente, sei que mereces ser feliz. Se o destino ainda nos quiser juntos, algum dia, em algum lugar seremos fortes para recomeçar e maduros o suficiente para não desistir. Eu estarei sempre de braços abertos para ti.

Agora, despeço-me da pessoa que mais amei, da pessoa que jurei amar pelo resto da minha vida, da pessoa que com um sorriso me fez apaixonar e com um beijo me fez querê-la para sempre, mas que os problemas da vida tiraram de mim. (...) Fica em mim saudades de ti que me fazes feliz de longe, saudades de ti que estás distante de mim e a certeza de que foste a melhor coisa que aconteceu na minha vida. Adeus."
Indira

terça-feira, 23 de março de 2010

paixão

A paixão é a fonte dos nossos melhores momentos: a alegria do amor, a clareza do ódio, o êxtase da mágoa.

Às vezes dói mais do que nós podemos suportar. Se pudéssemos viver sem paixão, talvez conhecêssemos alguma paz. Mas seríamos ocos. Quartos vazios, fechados, húmidos, frios...sem paixão, estaríamos verdadeiramente mortos.

Paixão...está em todos nós. A dormir, à espera, e apesar de não a querermos, de não a convidarmos, ela vai-se mexer, vai abrir as suas mandíbulas, e uivar. Ela fala connosco, guia-nos...a paixão comanda-nos. E nós obedecemos.
Temos outra escolha?

from "Buffy, the Vampire Slayer"


[ não sei se já o pus aqui; se sim, vale a pena ler de novo ;) Mete o Ricardo Reis na algibeira! Toma Fernando Pessoa! Isto é para aprenderes a não azucrinares pobres estudantes!]
ritzm

quinta-feira, 18 de março de 2010

Sonhar é preciso


Olá professora, visto que já algum tempo
que nao participava no blogue, achei por bem
deixar aqui algo bonito.
Para que não deixem de sonhar!
È muito importante sonhar
Porque no mundo dos sonhos
somos o que queremos e
fazemos o que queremos!
Sonhar é sonhar...


Pronto! Vou deixar-me de conversas,
aí está o poema !
Espero que gostem!








Sonhar é sair pela janela da liberdade,

é vaguear pelos caminhos

proibidos ou não.

É, sem ter um rumo qualquer,

ter um alvo a perseguir:

a felicidade.



Sonhar é não limitar-se a limites

sejam eles quais forem,

impostos ou não.

É fazer do impossível o possível

quando e como quiser o coração.



Sonhar é viver o passado no futuro

e o futuro no presente.

É ter o se quer

e afastar o que não se deseja

É despertar dentro de si

aquele ser criança.

É almejar a vida...



Pra sonhar não é preciso

ter passado, nem presente,

nem cultura, nem riquezas...

Pra sonhar não precisa fazer parte

de uma classe social

de uma faixa etária

ou de qualquer coisa que separe

um ser humano do seu semelhante

É preciso apenas ter esperança

pois sem esperança ninguém vive

e sonhar é viver...



Sonhar não é direcionar os pensamentos

ao que pode ser real

Mas sim tornar real,

mesmo que apenas na mente,

o possível e o impossível,

o real e o abstrato

o tudo e o nada

Num tempo e num lugar

a serem definidos

ao belprazer de quem sonha...



Sonhar é dar a própria vida

a um sentimento de bem-estar

e, sem restrições,

entregar ao coração as rédeas da razão

É viver com quem se ama

sentindo-se amado.

Sonhar é sair...

É vaguear...

É não ter rumo.

É ter um alvo.

É não limitar-se.

É fazer...

É sentir...

É amar...

É ser amado...

É ter esperança...

É viver!



Sonhar é preciso!





Telmo

Sampa, Sonhar é preciso




Aldinha 12ºE

sábado, 13 de março de 2010

SEM MEDOS...

Ainda que surjam 'pausas' no caminho... é imperioso ir em frente, inverter marcha, virar à direita ou à esquerda, sem medos... porque a vida é bonita!
(Coloquei este vídeo na minha página do Facebook e partilho-o também aqui... porque gosto muito de vocês... de todos, porém... de cada um em especial!)
CC

quinta-feira, 11 de março de 2010


"O único verdadeiro erro é aquele com o qual nada se aprende."
juanna #

terça-feira, 9 de março de 2010

As três peneiras


Antes de contares uma história, passa-a primeiro pelas três peneiras:

Primeira peneira: a Verdade.
Pergunta-te se o que queres contar é verdadeiro. Se não o for, deixa-o morrer. Se for, passa-o pela segunda peneira: a Bondade.
É coisa boa? Ajuda a construir o caminho e a fama de alguém? Se o que queres contar é verdade e é coisa boa, passa-o pela terceira peneira: a Necessidade.
Convém contar?! Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade? Pode melhorar o planeta?!

Se passar pelas três peneiras, conta!!!!! Caso contrário esquece e enterra tudo. Será uma fofoca a menos a envenenar o ambiente e a semear a discórdia. Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz, sepultando-o.

Não te esqueças: pessoas medíocres falam sobre pessoas. Pessoas comuns falam sobre coisas. Pessoas inteligentes falam sobre ideias.


Indira

sábado, 6 de março de 2010

FESTIVAL DO CHOCOLATE


«Chocolate. Uma palavra mágica que em Óbidos assume um significado muito especial.

Vestido em tons de castanho, mas também de rosa, verde, laranja, branco e até azul, o chocolate espalha-se por cada recanto da cerca do Castelo de Óbidos. Ali, durante 10 "deliciosos" dias, decorre o Festival Internacional do Chocolate.

Ponto obrigatório deste Festival é a Exposição de Esculturas, verdadeiras obras artísticas em chocolate, realizadas por profissionais da área alimentar que exemplificam as suas perícias na área da doçaria e chocolateria.

Este ano, o tema das Esculturas gira à volta das “Maravilhas do Mundo”. Coliseu de Roma, A Muralha da China, Taj Mahal e muito mais!




Para os mais novos, há a Casa de Chocolate das Crianças, com jogos, pinturas, ‘face painting’ e um ateliê sobre a história do chocolate. Com a ajuda de um chef, têm a oportunidade de confeccionar algumas receitas.


Em paralelo, os pais podem dedicar-se à Chocolaterapia: um conjunto de massagens com chocolate no rosto e no corpo. O que só faz bem a quem provar uma (mesmo que pequena) parte das dez toneladas de chocolate do evento.


Mais espaço, mais actividades, mais esculturas em chocolate…mas a mesma magia!»



http://www.festivalchocolate.cm-obidos.pt/

avrp

quarta-feira, 3 de março de 2010

LIVRE COMO O VENTO...


«Para mim há uma coisa sagrada: ser livre como o vento. Não ser como aqueles peixes que vivem num aquário e julgam que aquilo é o mar»


Luís de Sttau Monteiro
*
CC

segunda-feira, 1 de março de 2010

A queda do muro

Todos nós já hesitámos centenas de vezes. E centenas de vezes nos arrependemos disso, de não termos feito algo bloqueados pelo medo da incerteza, do desconhecido, qual parede que NÓS colocamos constantemente entre os nossos desejos e aquilo a que as pessoas tomam como "o mundo dos riscos desnecessários". Porque não mudar o nome deste mundo para "o mundo das coisas fantásticas" ou "gerador de felicidade"?

Fixei rapidamente uma inspiradora frase proferida pelo pai de Luís de Sttau Monteiro que, se não me engano, dizia algo parecido com isto:

"Faz sempre o que tiveres a fazer. Se te lixarem ,que tenham sido os outros que te lixaram a ti, e não TU que te lixaste a ti próprio."

Não há que ter medo do desconhecido ("A vida é como uma caixa de chocolates. Nunca se sabe o que está dentro dela."), pois é ele que nos reserva as maiores surpresas e alegrias da vida. Perguntem a uma pessoa mais velha se, de facto, os momentos mais marcantes da sua vida foram os que partiram do desconhecido, da incerteza, do risco....

Proponho que cada um de vós, seja uma vez por dia, seja uma vez por semana, por mês, por ano, ARRISQUE! Parta com todo o fulgor rumo ao fantástico desconhecido! Nada temam! Não tenham medo de perder, pois a vitória só está ao alcance dos que já perderam!

Proponho também outra coisa: que todos os participantes deste blogue partilhem o que fariam se soubessem que só tinham mais 24 horas de vida. Aposto que nesse caso arriscariam mais, não?

BEM, NÃO PODE SER ASSIM. NÃO PODEMOS DESPERDIÇAR ESTA OPORTUNIDADE QUE NOS DERAM, ESTA DÁDIVA QUE É A VIDA! NÃO ARRISQUEM SÓ NO ÚLTIMO MOMENTO! ARRISQUEM JÁ!

Pinto