porque destina-se a ter ou a não ter sentido, podendo assim, ter sentido para mim e não para ti ou vice-versa. acontecimentos que surgem muito de repente, passam-me ao lado numa correria tipo um atleta de competição, não sei bem porquê, nem como. foram surgindo e tornaram-se repetitivos e eu, sem saber o porquê daquilo tudo acontecer tão rápido e comigo. hoje está tudo bem, amanhã é o oposto e é sempre assim, sempre sempre e sempre. cansativo não? muito, porque por mais que puxe pelo cérebro, ele não me dá uma resposta para a minha simples pergunta: "porquê que tem de ser assim?"...
se fossem atitudes dignas, que fizessem de mim a pessoa mais feliz do mundo eu não estaria com este discurso um bocado sem sentido. sem sentido anda a minha vida, como se fosse uma montanha russa, aos altos e baixos, ora está bem ora está mal e, ninguém consegue estar bem assim ou, consegue?
uma coisa é o nosso dia de segunda-feira correr mal e, os restantes dias correm normalmente bem, o que é normal acontecer com todos nós, termos um mau dia por isto e por aquilo. comigo passa-se o pior, de segunda-feira a domingo os dias tornaram-se negros, sem cor para alegrar-me um bocado só.
(o nome não quer aparecer.)
quarta-feira, 28 de abril de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
«MEMORIAL DO CONVENTO», de JOSÉ SARAMAGO III

TESTE DE VERIFICAÇÃO DE LEITURA SOBRE O «MEMORIAL D0 CONVENTO» (ONLINE)...
Experimentem fazê-lo...
http://www.edusurfa.pt/testesdiag/TestesDiag.asp?ano=12&disc_id=27&teste_id=195
Um PPT com informações pertinentes sobre o «MEMORIAL DO CONVENTO».
http://www.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fstortomas.no.sapo.pt%2Fmemorial.ppt&h=49a8e577f85d0e0702aa3eb9d4d8f5ef
CC
«MEMORIAL DO CONVENTO», de JOSÉ SARAMAGO II
"(...) «Memorial do Convento»: um livro de rara e profunda originalidade no nosso panorama literário, um espelho de ver o país em que estamos a partir de uma história setecentista, uma lição de escrita que é moderna sem desprezar as raízes do idioma. Nem sempre um livro nos dá a sensação do encontro com uma obra de grande imaginação e criatividade. O Memorial do Convento é um dos raros livros em que isso acontece. Por isso a sua leitura se impõe como um dever - um dever que se transforma em prazer."s/n, "Memorial do Convento" in Diário de Notícias, Lisboa, 28 de Abril de 1983, pág. 15-16.
CC
«MEMORIAL DO CONVENTO», de JOSÉ SARAMAGO
Recadinho para os 'meus meninos':
Se ainda não leram... aproveitem estes dias e leiam o «Memorial do Convento», de José Saramago. É a obra que vamos estudar até Junho.
Vá, ânimo... vamos transformar este final de ano num tempo de aprendizagem, com muita alegria e... partilha.
CC

"Era uma vez um Rei que fez a promessa de levantar um convento em Mafra. Era uma vez a gente que construiu esse convento. Era uma vez um soldado maneta e uma mulher que tinha poderes. Era uma vez um padre que queria voar e morreu doido. Era uma vez."
in Memorial do Convento, 22ª ed., Lisboa, Editor...ial Caminho, 1994.
José Saramago: " O Memorial do Convento é uma reconstrução histórica a partir da ficção literária, porque toda a narração está fundamentada no passado para compreender o presente."
Jornal de Letras, Lisboa, ano V, nº 190 de 25 de Fevereiro a 3 de Março de 86.
Memorial do Convento serviu de base a uma ópera, Blimunda, com música do italiano Azio Corghi, estreada em Milão em 1990 (em Portugal, em Maio de 1991) e serviu de tema a um debate realizado em Itália: Viaggio interno al Convento di Mafra, moderado por P. Ceccucci, Guerini, Milão, 1991.
terça-feira, 30 de março de 2010
Queria...

"Queria poder esquecer-te, tirar-te dos meus pensamentos, do meu coração, da minha vida. Não fui eficaz! A cada dia que passa, lembranças atormentam-me, lembro-me de ti, apenas de ti, dos nossos momentos, das tuas palavras, do teu olhar. Será que algum dia conseguirei tirar-te da minha vida?
Tudo o que parecia tão perfeito acabou! Acabou como tudo se acaba um dia. O para sempre que me prometeste nunca existiu. Hoje, sei que queria que voltasses, nem que fosse por um instante. Queria estar no teu coração, mas esse caminho não consigo encontrar mais. Queria olhar-te e dizer que ainda te amo, mas como, se nem posso dizer-te um “olá”?! Queria voltar no passado, mas não posso, o presente impede-me. Eu realmente queria o que não tenho hoje, que tive por um segundo no passado e que não sei se poderei ter no futuro porque nós não fomos fortes. Quando os actos e sentimentos forem apenas saudades, os nossos sonhos se tiverem perdido no tempo, não digas que tudo o que vivemos foi em vão. Diz apenas que, por mais que nos amássemos e fossemos felizes, isso não nos tornou fortes para lutar contra tudo e contra todos para ficarmos juntos. Fomos fracos, e gostaria de encontrar forças no fundo do meu coração para te dizer que te amo demais e que sou capaz de tudo, mas as coisas não são assim. É fácil dizer, é fácil acreditar que tudo mudará, quando acontece o mesmo com outras pessoas.
Não sei qual de nós desistiu primeiro, mas sei que se fossemos dois a lutar estaríamos mais fortes. Perdoa-me por não conseguir lutar mais por nós, perdoa-me por não ter sido suficientemente forte, perdoa-me por tudo. E peço-to, se ainda posso fazer isso, não te esqueças do nosso amor, nem de mim. Segue em frente, sei que mereces ser feliz. Se o destino ainda nos quiser juntos, algum dia, em algum lugar seremos fortes para recomeçar e maduros o suficiente para não desistir. Eu estarei sempre de braços abertos para ti.
Agora, despeço-me da pessoa que mais amei, da pessoa que jurei amar pelo resto da minha vida, da pessoa que com um sorriso me fez apaixonar e com um beijo me fez querê-la para sempre, mas que os problemas da vida tiraram de mim. (...) Fica em mim saudades de ti que me fazes feliz de longe, saudades de ti que estás distante de mim e a certeza de que foste a melhor coisa que aconteceu na minha vida. Adeus."
Indira
terça-feira, 23 de março de 2010
paixão
A paixão é a fonte dos nossos melhores momentos: a alegria do amor, a clareza do ódio, o êxtase da mágoa.
Às vezes dói mais do que nós podemos suportar. Se pudéssemos viver sem paixão, talvez conhecêssemos alguma paz. Mas seríamos ocos. Quartos vazios, fechados, húmidos, frios...sem paixão, estaríamos verdadeiramente mortos.
Paixão...está em todos nós. A dormir, à espera, e apesar de não a querermos, de não a convidarmos, ela vai-se mexer, vai abrir as suas mandíbulas, e uivar. Ela fala connosco, guia-nos...a paixão comanda-nos. E nós obedecemos. Temos outra escolha?
Às vezes dói mais do que nós podemos suportar. Se pudéssemos viver sem paixão, talvez conhecêssemos alguma paz. Mas seríamos ocos. Quartos vazios, fechados, húmidos, frios...sem paixão, estaríamos verdadeiramente mortos.
Paixão...está em todos nós. A dormir, à espera, e apesar de não a querermos, de não a convidarmos, ela vai-se mexer, vai abrir as suas mandíbulas, e uivar. Ela fala connosco, guia-nos...a paixão comanda-nos. E nós obedecemos. Temos outra escolha?
from "Buffy, the Vampire Slayer"
[ não sei se já o pus aqui; se sim, vale a pena ler de novo ;) Mete o Ricardo Reis na algibeira! Toma Fernando Pessoa! Isto é para aprenderes a não azucrinares pobres estudantes!]
ritzm
quinta-feira, 18 de março de 2010
Sonhar é preciso
Olá professora, visto que já algum tempo
que nao participava no blogue, achei por bem
deixar aqui algo bonito.
Para que não deixem de sonhar!
È muito importante sonhar
Porque no mundo dos sonhos
somos o que queremos e
fazemos o que queremos!
Sonhar é sonhar...
Pronto! Vou deixar-me de conversas,
aí está o poema !
Espero que gostem!

Sonhar é sair pela janela da liberdade,
é vaguear pelos caminhos
proibidos ou não.
É, sem ter um rumo qualquer,
ter um alvo a perseguir:
a felicidade.
Sonhar é não limitar-se a limites
sejam eles quais forem,
impostos ou não.
É fazer do impossível o possível
quando e como quiser o coração.
Sonhar é viver o passado no futuro
e o futuro no presente.
É ter o se quer
e afastar o que não se deseja
É despertar dentro de si
aquele ser criança.
É almejar a vida...
Pra sonhar não é preciso
ter passado, nem presente,
nem cultura, nem riquezas...
Pra sonhar não precisa fazer parte
de uma classe social
de uma faixa etária
ou de qualquer coisa que separe
um ser humano do seu semelhante
É preciso apenas ter esperança
pois sem esperança ninguém vive
e sonhar é viver...
Sonhar não é direcionar os pensamentos
ao que pode ser real
Mas sim tornar real,
mesmo que apenas na mente,
o possível e o impossível,
o real e o abstrato
o tudo e o nada
Num tempo e num lugar
a serem definidos
ao belprazer de quem sonha...
Sonhar é dar a própria vida
a um sentimento de bem-estar
e, sem restrições,
entregar ao coração as rédeas da razão
É viver com quem se ama
sentindo-se amado.
Sonhar é sair...
É vaguear...
É não ter rumo.
É ter um alvo.
É não limitar-se.
É fazer...
É sentir...
É amar...
É ser amado...
É ter esperança...
É viver!
Sonhar é preciso!
Telmo
Sampa, Sonhar é preciso
Aldinha 12ºE
sábado, 13 de março de 2010
SEM MEDOS...
Ainda que surjam 'pausas' no caminho... é imperioso ir em frente, inverter marcha, virar à direita ou à esquerda, sem medos... porque a vida é bonita!
(Coloquei este vídeo na minha página do Facebook e partilho-o também aqui... porque gosto muito de vocês... de todos, porém... de cada um em especial!)
CC
terça-feira, 9 de março de 2010
As três peneiras

Antes de contares uma história, passa-a primeiro pelas três peneiras:
Primeira peneira: a Verdade.
Pergunta-te se o que queres contar é verdadeiro. Se não o for, deixa-o morrer. Se for, passa-o pela segunda peneira: a Bondade.
É coisa boa? Ajuda a construir o caminho e a fama de alguém? Se o que queres contar é verdade e é coisa boa, passa-o pela terceira peneira: a Necessidade.
Convém contar?! Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade? Pode melhorar o planeta?!
Se passar pelas três peneiras, conta!!!!! Caso contrário esquece e enterra tudo. Será uma fofoca a menos a envenenar o ambiente e a semear a discórdia. Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz, sepultando-o.
Não te esqueças: pessoas medíocres falam sobre pessoas. Pessoas comuns falam sobre coisas. Pessoas inteligentes falam sobre ideias.
Indira
Primeira peneira: a Verdade.
Pergunta-te se o que queres contar é verdadeiro. Se não o for, deixa-o morrer. Se for, passa-o pela segunda peneira: a Bondade.
É coisa boa? Ajuda a construir o caminho e a fama de alguém? Se o que queres contar é verdade e é coisa boa, passa-o pela terceira peneira: a Necessidade.
Convém contar?! Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade? Pode melhorar o planeta?!
Se passar pelas três peneiras, conta!!!!! Caso contrário esquece e enterra tudo. Será uma fofoca a menos a envenenar o ambiente e a semear a discórdia. Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz, sepultando-o.
Não te esqueças: pessoas medíocres falam sobre pessoas. Pessoas comuns falam sobre coisas. Pessoas inteligentes falam sobre ideias.
Indira
sábado, 6 de março de 2010
FESTIVAL DO CHOCOLATE

«Chocolate. Uma palavra mágica que em Óbidos assume um significado muito especial.
Vestido em tons de castanho, mas também de rosa, verde, laranja, branco e até azul, o chocolate espalha-se por cada recanto da cerca do Castelo de Óbidos. Ali, durante 10 "deliciosos" dias, decorre o Festival Internacional do Chocolate.
Ponto obrigatório deste Festival é a Exposição de Esculturas, verdadeiras obras artísticas em chocolate, realizadas por profissionais da área alimentar que exemplificam as suas perícias na área da doçaria e chocolateria.
Este ano, o tema das Esculturas gira à volta das “Maravilhas do Mundo”. Coliseu de Roma, A Muralha da China, Taj Mahal e muito mais!

Vestido em tons de castanho, mas também de rosa, verde, laranja, branco e até azul, o chocolate espalha-se por cada recanto da cerca do Castelo de Óbidos. Ali, durante 10 "deliciosos" dias, decorre o Festival Internacional do Chocolate.
Ponto obrigatório deste Festival é a Exposição de Esculturas, verdadeiras obras artísticas em chocolate, realizadas por profissionais da área alimentar que exemplificam as suas perícias na área da doçaria e chocolateria.
Este ano, o tema das Esculturas gira à volta das “Maravilhas do Mundo”. Coliseu de Roma, A Muralha da China, Taj Mahal e muito mais!


Para os mais novos, há a Casa de Chocolate das Crianças, com jogos, pinturas, ‘face painting’ e um ateliê sobre a história do chocolate. Com a ajuda de um chef, têm a oportunidade de confeccionar algumas receitas.
Em paralelo, os pais podem dedicar-se à Chocolaterapia: um conjunto de massagens com chocolate no rosto e no corpo. O que só faz bem a quem provar uma (mesmo que pequena) parte das dez toneladas de chocolate do evento.
Mais espaço, mais actividades, mais esculturas em chocolate…mas a mesma magia!»
http://www.festivalchocolate.cm-obidos.pt/
avrp
quarta-feira, 3 de março de 2010
LIVRE COMO O VENTO...
segunda-feira, 1 de março de 2010
A queda do muro
Todos nós já hesitámos centenas de vezes. E centenas de vezes nos arrependemos disso, de não termos feito algo bloqueados pelo medo da incerteza, do desconhecido, qual parede que NÓS colocamos constantemente entre os nossos desejos e aquilo a que as pessoas tomam como "o mundo dos riscos desnecessários". Porque não mudar o nome deste mundo para "o mundo das coisas fantásticas" ou "gerador de felicidade"?
Fixei rapidamente uma inspiradora frase proferida pelo pai de Luís de Sttau Monteiro que, se não me engano, dizia algo parecido com isto:
"Faz sempre o que tiveres a fazer. Se te lixarem ,que tenham sido os outros que te lixaram a ti, e não TU que te lixaste a ti próprio."
Não há que ter medo do desconhecido ("A vida é como uma caixa de chocolates. Nunca se sabe o que está dentro dela."), pois é ele que nos reserva as maiores surpresas e alegrias da vida. Perguntem a uma pessoa mais velha se, de facto, os momentos mais marcantes da sua vida foram os que partiram do desconhecido, da incerteza, do risco....
Proponho que cada um de vós, seja uma vez por dia, seja uma vez por semana, por mês, por ano, ARRISQUE! Parta com todo o fulgor rumo ao fantástico desconhecido! Nada temam! Não tenham medo de perder, pois a vitória só está ao alcance dos que já perderam!
Proponho também outra coisa: que todos os participantes deste blogue partilhem o que fariam se soubessem que só tinham mais 24 horas de vida. Aposto que nesse caso arriscariam mais, não?
BEM, NÃO PODE SER ASSIM. NÃO PODEMOS DESPERDIÇAR ESTA OPORTUNIDADE QUE NOS DERAM, ESTA DÁDIVA QUE É A VIDA! NÃO ARRISQUEM SÓ NO ÚLTIMO MOMENTO! ARRISQUEM JÁ!
Pinto
Fixei rapidamente uma inspiradora frase proferida pelo pai de Luís de Sttau Monteiro que, se não me engano, dizia algo parecido com isto:
"Faz sempre o que tiveres a fazer. Se te lixarem ,que tenham sido os outros que te lixaram a ti, e não TU que te lixaste a ti próprio."
Não há que ter medo do desconhecido ("A vida é como uma caixa de chocolates. Nunca se sabe o que está dentro dela."), pois é ele que nos reserva as maiores surpresas e alegrias da vida. Perguntem a uma pessoa mais velha se, de facto, os momentos mais marcantes da sua vida foram os que partiram do desconhecido, da incerteza, do risco....
Proponho que cada um de vós, seja uma vez por dia, seja uma vez por semana, por mês, por ano, ARRISQUE! Parta com todo o fulgor rumo ao fantástico desconhecido! Nada temam! Não tenham medo de perder, pois a vitória só está ao alcance dos que já perderam!
Proponho também outra coisa: que todos os participantes deste blogue partilhem o que fariam se soubessem que só tinham mais 24 horas de vida. Aposto que nesse caso arriscariam mais, não?
BEM, NÃO PODE SER ASSIM. NÃO PODEMOS DESPERDIÇAR ESTA OPORTUNIDADE QUE NOS DERAM, ESTA DÁDIVA QUE É A VIDA! NÃO ARRISQUEM SÓ NO ÚLTIMO MOMENTO! ARRISQUEM JÁ!
Pinto
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Fé
Por vezes, é tudo o que nos resta. O último grão de areia da praia da alma.
A tua dor é a minha dor, tal como os teus momentos bons me contagiam. Farei tudo o que estiver ao meu alcance para te dar a conhecer o lado iluminado da vida. Abrirei as portas dos meus limites, se necessário for. Sem hesitar, sem pestanejar.
Estou de corpo e alma solidário para contigo.
És uma pessoa tão extraordinariamente ESPECIAL! Não duvides disso NUNCA.
Todos os que têm o deslumbrante privilégio de conviver contigo com certeza partilham da minha opinião.
Em breve, muitas coisas mudarão...
Eu tenho fé de que a felicidade e tu se encontrarão. Em breve. Acredita. A partir deste preciso momento.
Pinto
A tua dor é a minha dor, tal como os teus momentos bons me contagiam. Farei tudo o que estiver ao meu alcance para te dar a conhecer o lado iluminado da vida. Abrirei as portas dos meus limites, se necessário for. Sem hesitar, sem pestanejar.
Estou de corpo e alma solidário para contigo.
És uma pessoa tão extraordinariamente ESPECIAL! Não duvides disso NUNCA.
Todos os que têm o deslumbrante privilégio de conviver contigo com certeza partilham da minha opinião.
Em breve, muitas coisas mudarão...
Eu tenho fé de que a felicidade e tu se encontrarão. Em breve. Acredita. A partir deste preciso momento.
Pinto
Não seques

Os dias passam, e é com preocupação que me apercebo disso. A água escorre pelos dedos e a pouca que fica, rapidamente seca...
Por vezes, tenho a explosiva sensação de que as pessoas não estão comigo, passam-me ao lado. Não me compreendem, não conseguem perscrutar os confins da minha mente. Olham para mim e não entendem o meu apelo de me abraçarem a alma. De me preencherem por completo.
Pinto
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
medo
Assustada. É o sentimento rei que me domina nos últimos tempos. De quê? Às vezes nem sei, outras vezes sei demais. Eu tenho tendência a exagerar nas coisas, e a arrepender-me logo de seguida. Exagero nas piadas, e a seguir arrependo-me, por ver que há quem não tenha achado piada. Exagero no tom de voz, e a seguir arrependo-me, por ver que há quem tenha ficado magoado. Exagero nas discussões, e a seguir arrependo-me, por ver que não tinha assim tanta razão. Assusta-me ver que, sempre que exagero, acabo por perder algo, ou pelo menos deixar algo por um fio. Há dias em que tenho medo de deixar escapar as pessoas de quem mais gosto. Tenho medo de que o tempo acabe por nos afastar definitivamente. Tenho medo de deixar que a familiaridade que tenho com outras pessoas faça passar para segundo plano aquelas que nunca do primeiro deveriam sair. Tenho tendência a exagerar na distração, a esquecer-me do mundo que me rodeia, a deixar que o cansaço me vença. E há dias em que me apercebo que já quase nada sei dos que me rodeiam. Não sei o que eles fazem, como vai a vida, tudo porque estava distraída demais e esquecia-me que essas pessoas dão-me, todos os dias, uma óptima razão para sair da cama com um sorriso, mesmo que seja daqueles dias em que estou a morrer de sono e que a manhã esteja tão gelada que vestir-me é um martírio. Deram-me um motivo para viver uma autêntica história, não de encantar, porque tem agressão e palavrões a mais (como diz a sabedoria popular, "quanto mais me bates mais gosto de ti"), mas uma que vale a pena viver, com um "e viveram felizes para sempre".
Tenho medo de um dia olhar em volta, aperceber-me de que vocês já não estão comigo, que a história chegou ao final, e que o único vilão que tudo destruiu fui eu.
rm
Tenho medo de um dia olhar em volta, aperceber-me de que vocês já não estão comigo, que a história chegou ao final, e que o único vilão que tudo destruiu fui eu.
rm
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Um pensamento...
"As coisas não têm significado: têm existência. As coisas são o único sentido oculto das coisas."
Fernando Pessoa
Indira
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Abraços...

Sentir o nosso coração ao mesmo tempo que o de alguém a quem damos um abraço faz-nos de tal maneira bem à saúde, traz-nos uma tal paz, que até existe uma forma de tratamento chamada Terapia do Abraço.
Um bom abraço ajuda-nos a sentir as muitas dimensões do amor: a facilidade para receber e dar, a sensibilidade para o sofrimento, a disponibilidade para a alegria de se divertir e a profundidade da ternura.
Abraçar alguém é como dizer-lhe: "Olha, aqui estou para o que quiseres, de coração aberto para ti". O que implica aceitar ser rejeitado. Mal interpretado. Correr esse risco.
No entanto, só se a atitude interior, o pano de fundo a partir do qual nos relacionamos com os outros, for de lhes estender os braços e de os tocar, poderemos descobrir o valor da partilha.
Não são só as pessoas solitárias, infelizes, inseguras, que precisam ser abraçadas. Abraçar bem dá-nos saúde. Mas não se trata de abraços sociais, de conveniência, em que duas pessoas se tocam apenas por fora – portanto não se tocam -, nem de abraços de dois amantes apaixonados que um ao outro se agarram.
São abraços que acontecem porque saem cá de dentro sem que os travemos. Como expressão de um amor incondicional que nos habita – e de que não temos medo, porque o olhamos como algo que verdadeiramente nos liberta.
A intimidade que um abraço sincero oferece é a da compreensão. Da atenção. Da solidariedade. Da amizade que existe para lá da exaltação dos sentidos, apenas por ter a consistência daquilo que brota do fundo de nós mesmos e que se mantém quer faça sol quer chova.
Abraços são uma espécie de foguetes capazes de fazer despertar moribundos ou fazer levantar da cama preguiçosos. Explosões de vida. Há quem goste de os dar para reafirmar um vínculo de amizade ou qualquer outro sentimento. E são uma das melhores festas gratuitas a que toda a gente tem acesso. São abraços do fundo do coração, frequentes entre duas pessoas que, por nada pedirem uma à outra, de cada vez que se encontram recebem sempre muito – e apenas por isso são levadas a celebrá-lo.
Quando um coração se abre para outro coração, há quase sempre uma qualquer maravilha que pode acontecer. Ou, quanto mais não seja, uma sensação de paz possível, neste mundo cheio de guerras em que vivemos.
Adaptado do texto "Venha daí um bom abraço!",
Mais e Melhor, Maria José Costa Félix
Um bom abraço ajuda-nos a sentir as muitas dimensões do amor: a facilidade para receber e dar, a sensibilidade para o sofrimento, a disponibilidade para a alegria de se divertir e a profundidade da ternura.
Abraçar alguém é como dizer-lhe: "Olha, aqui estou para o que quiseres, de coração aberto para ti". O que implica aceitar ser rejeitado. Mal interpretado. Correr esse risco.
No entanto, só se a atitude interior, o pano de fundo a partir do qual nos relacionamos com os outros, for de lhes estender os braços e de os tocar, poderemos descobrir o valor da partilha.
Não são só as pessoas solitárias, infelizes, inseguras, que precisam ser abraçadas. Abraçar bem dá-nos saúde. Mas não se trata de abraços sociais, de conveniência, em que duas pessoas se tocam apenas por fora – portanto não se tocam -, nem de abraços de dois amantes apaixonados que um ao outro se agarram.
São abraços que acontecem porque saem cá de dentro sem que os travemos. Como expressão de um amor incondicional que nos habita – e de que não temos medo, porque o olhamos como algo que verdadeiramente nos liberta.
A intimidade que um abraço sincero oferece é a da compreensão. Da atenção. Da solidariedade. Da amizade que existe para lá da exaltação dos sentidos, apenas por ter a consistência daquilo que brota do fundo de nós mesmos e que se mantém quer faça sol quer chova.
Abraços são uma espécie de foguetes capazes de fazer despertar moribundos ou fazer levantar da cama preguiçosos. Explosões de vida. Há quem goste de os dar para reafirmar um vínculo de amizade ou qualquer outro sentimento. E são uma das melhores festas gratuitas a que toda a gente tem acesso. São abraços do fundo do coração, frequentes entre duas pessoas que, por nada pedirem uma à outra, de cada vez que se encontram recebem sempre muito – e apenas por isso são levadas a celebrá-lo.
Quando um coração se abre para outro coração, há quase sempre uma qualquer maravilha que pode acontecer. Ou, quanto mais não seja, uma sensação de paz possível, neste mundo cheio de guerras em que vivemos.
Adaptado do texto "Venha daí um bom abraço!",
Mais e Melhor, Maria José Costa Félix
Indira
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